A BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgoto
em Mauá, explica que para executar a interligação das tubulações de esgoto dos
imóveis à rede pública, os moradores devem realizar a instalação predial que
consiste na implantação de tubulações e dispositivos sanitários em toda a área
interna do imóvel.
As instalações internas são essenciais para garantir a
eficiência do sistema público de coleta e tratamento de esgoto e poderão ser
vistoriadas e aprovadas pela concessionária antes da efetiva conexão ao sistema
público de esgotamento sanitário.
A empresa destaca que é obrigatório que todo imóvel tenha
uma caixa de gordura para receber as águas utilizadas nas tubulações que saem
da cozinha. Ela deve ser instalada em local de fácil acesso para a sua limpeza
periódica, pois a gordura não se mistura com a água, e causa entupimento das
tubulações, inclusive internas.
Outro dispositivo fundamental para que ocorra a ligação de
esgoto do imóvel na rede pública disponível é a caixa de inspeção. Ela deve ser
posicionada no passeio em frente ao imóvel e tem como finalidade realizar
manutenções e desobstruções no ramal de ligação externo sem que seja necessário
quebrar o piso.
“A construção das caixas de inspeção e de gordura é de
responsabilidade do cliente e ambas devem ser feitas em bloco de concreto ou
tijolo maciço, permitindo perfeita vedação, porém sem ser lacrada. As medidas para
construção da caixa de inspeção deverão ser consultadas por meio dos canais de
atendimento da BRK”, destaca Evaristo Reis, coordenador de operações da empresa
em Mauá.
Após a correta instalação interna, a BRK realiza a
interligação do ramal domiciliar externo que liga o ponto de espera da rede do
imóvel à rede pública coletora de esgoto disponível na rua.
É importante destacar que os imóveis com soleira negativa,
ou seja, edificados abaixo do nível da rua, deverão realizar o bombeamento do
esgoto gerado para a rede coletora existente na via pública, no caso de
impossibilidade, devem ter a autorização de passagem por imóvel vizinho.
A empresa lembra ainda que a água da chuva não deve ser
direcionada para a rede de esgoto, já
que as redes pluviais e de esgoto precisam ser escoadas por tubulações
diferentes. As redes de drenagem pluvial coletam água de chuva por meio das
chamadas “bocas de lobo”, que ficam próximas às calçadas. Já as redes de esgoto
foram projetadas para receber, exclusivamente, o efluente proveniente dos
banheiros, pias e cozinha.
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